Prefeitura divulgou nota afirmando que o morador de Capelinha, a esposa e um amigo compraram 15 garrafas de Belorizontina em supermercado de Lagoa Santa (MG).

Homem está internado em BH.

O caso mais recente de suspeita por intoxicação de dietilenoglicol é de um morador de Capelinha, Vale do Jequitinhonha, que bebeu Belorizontina durante o Ano Novo em Lagoa Santa (MG).

A informação foi fornecida pela esposa dele, que é médica, e divulgada pela Prefeitura.

Segundo a Secretaria de Estado de Saúde, quatro pessoas morreram e 15 estão internadas em estado grave, após a ingestão da substância. A Prefeitura informou ainda que a mulher contou que estava com o marido e um amigo em um sítio na Serra do Cipó.

Eles compraram 15 garrafas de Belorizontina em um supermercado de Lagoa Santa.

O lote L21354, informado por ela, aparece na lista dos contaminados pelo dietilenoglicol, divulgada pelo Ministério da Agricultura.

Ainda conforme o relato da mulher, todas as garrafas foram consumidas e o marido bebeu a maior quantidade.

O casal e o amigo tiveram vômito e diarreia no dia ou na semana seguinte.

O que se sabe sobre investigação relativa à Backer e síndrome que afetou 19 pessoas em MG “O paciente foi atendido, inicialmente, no hospital de Capelinha, onde realizou exames laboratoriais básicos disponíveis.

Devido a sintomas neurológicos (dificuldades de enxergar), deslocou-se acompanhado da esposa médica, em carro próprio, para o Hospital João XXIII, onde está internado no Setor de Toxicologia”, afirma nota da Prefeitura.

Ele passou por exames e o material está sendo analisado pela Fundação Nacional Ezequiel Dias. A Vigilância em Saúde não conseguiu realizar visita na residência do casal, já que eles estão em Diamantina.

A Vigilância Sanitária da cidade realizou uma fiscalização preventiva nos estabelecimentos comerciais da cidade, mas nenhuma unidade da cerveja Belorizontina foi encontrada.

Sintomas Os sintomas começam a se manifestar nas primeiras 72 horas após a ingestão.

Os primeiros sinais de intoxicação por dietilenoglicol são dores abdominais, náuseas e vômitos. Entre os sintomas estão alterações neurológicas e insuficiência renal.

O tratamento é feito no hospital, com monitoração, e tem o etanol como antídoto. Além disso, os pacientes precisam passar por hemodiálise, para retirada do organismo dietilenoglicol e dos metabólicos produzidos. Resumo: Uma força-tarefa da polícia investiga 18 notificações de pessoas contaminadas após consumir cerveja; quatro morreram; Os sintomas da intoxicação incluem náusea, vômito e dor abdominal, que evoluem para insuficiência renal e alterações neurológicas; O Ministério da Agricultura identificou 21 lotes de cerveja da Backer contaminados com dietileglicol, um anticongelante tóxico; A Backer nega usar o dietilenoglicol na fabricação da cerveja; A cervejaria foi interditada, precisou fazer recall e interromper as vendas de todos os lotes produzidos desde outubro; Diretora da cervejaria disse que não sabe o que está acontecendo e pediu que clientes não consumam a cerveja Veja lista das mortes investigadas Paschoal Dermatini Filho, de 55 anos.

Ele estava internado em Juiz de Fora e morreu em 7 de janeiro.

A morte causada por dietilenoglicol foi confirmada Antônio Márcio Quintão de Freitas, de 76 anos.

Morreu no Hospital Mater Dei, em Belo Horizonte. Milton Pires, de 89 anos.

Morte confirmada pela SES nesta quinta-feira (16).

Também morreu no Hospital Mater Dei. Maria Augusta de Campos Cordeiro, de 60 anos.

A morte havia sido notificada pela Secretaria Municipal de Saúde de Pompéu, mas só foi confirmada pela SES nesta quinta-feira (16). Initial plugin text Veja mais notícias da região em G1 Vales de Minas Gerais.